África
e Brasil
Separados
pelo Atlântico
São
unidos pela História
Que
todos têm na memória.
O
começo foi difícil
Houve
dor, ranger de dentes
No
passado as mazelas
E a
vida seguiu em frente.
O
índio, o branco e o negro
No
Brasil miscigenaram
Houve
amor e entendimento
E
nova nação criaram.
O
negro é muito alegre
Apaixonado
por dança
Do
atabaque tira música
Mostrando
sua pujança.
O
samba encanta a todos,
A
lambada é divertida,
O
maxixe e o frevo
Aprendemos
na avenida.
A
culinária africana
É
famosa na Bahia
É
vendida em tabuleiros
Pra
agradar a freguesia.
Lá
vem um vatapá,
Depois
um acarajé,
Em
seguida a moqueca
E a
cocada tem quem quer.
Vem
chegando o Olodum
Com
o corpo já pintado
Seu
ritmo é bem frenético
Deixa
o povo contagiado.
O
turista lá do sul
Vem
conhecer o nordeste,
Que
é afro-brasileiro
E
encanta o mundo inteiro.
Cremos
que está na hora
De
encerrar este repente
Se
não foi do seu agrado,
Por
favor, desculpe a gente!
Paródia: Walterlin Forostecky Kotarski
Música original: Ciranda, cirandinha
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