A
crônica “Exigências da vida moderna” aborda o excesso de tarefas que a vida
moderna exige das pessoas. Luís Fernando Veríssimo cita como exemplos as
obrigações relacionadas à alimentação, com o intuito de manter uma boa saúde.
Porém, além delas existem muitas outras que são bem mais difíceis de executar.
A luta pela sobrevivência requer muito esforço, estudo e trabalho. O autor
comenta que as pessoas estão tendo dificuldade para cumprir sua jornada dentro
das vinte e quatro horas do dia. Cada vez mais, falta tempo para honrar os
compromissos. A vida moderna impõe rapidez, causa correria, cansaço e estresse.
Parece que a vida está passando tão depressa, que as pessoas não têm tempo para
vivê-la e curti-la com tranquilidade. Os modismos e as dietas alimentares são
citados como regras para manter a saúde e a boa forma física. Afinal, ninguém
quer ficar gordo e enrugado.
A
crônica nos faz refletir sobre até que ponto somos nós mesmos, quanto nos
submetemos e nos deixamos influenciar por modismos e regras ditadas por outros.
A vida moderna está tolhendo a liberdade de escolha das pessoas. É preciso ter
cuidado para não se tornar uma marionete e renunciar ao direito de viver a
própria vida.
É
importante salientar que não devemos nos escravizar aos modismos e ao consumo.
A vida é muito mais do que isso. A humanidade está se distanciando de si e
perdendo a sua essência. Há que se encontrar um tempo para VIVER em vez de passar pela vida sem percebê-la.
Professora
Walterlin
Forostecky Kotarski
Extrapolação da crônica “Exigências
da vida moderna”, de Luís Fernando Veríssimo.
12
de novembro de 2013.
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